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Carta de junho de 2026: energia mais barata, Fed mais duro e um Brasil que corta com cautela
Análises, artigos e materiais que sustentam decisões de patrimônio no longo prazo. Sem ruído, sem promessa de retorno — apenas o que tem orientado minhas conversas com clientes.

Carta de junho de 2026: energia mais barata, Fed mais duro e um Brasil que corta com cautela

A missão mudou: o novo mapa de juros, geopolítica e a corrida por capital em IA

Os dez mandamentos da produtividade brasileira

Trinta anos de Copom: como o Brasil aprendeu a cuidar da própria moeda

Hiato do produto e inflação: por que o crescimento de 2026 pode assustar menos do que parece

O CDI não é o seu ativo livre de risco

Crédito privado em junho: spreads se acomodam e o ritmo de resgates desacelera

Selic em 14,25%: o que a decisão do Copom revela sobre o caminho à frente

Dominância fiscal: por que só o governo pode quebrar o ciclo entre dívida, câmbio e inflação

Selic em 14,25%: por que o Copom cortou juros mesmo com a inflação acima do teto

Fed assume tom hawkish e remove o forward guidance: o que muda na leitura do mercado

Acompanhamos a rápida inversão do otimismo inicial no mercado brasileiro, impulsionada por um cessar-fogo global e a subsequente queda do preço do petróleo. Este movimento ressaltou a sensibilidade do Ibovespa e do dólar à dinâmica internacional, em um cenário de migração de capital estrangeiro.

A Selic em 14,5% convive com uma inflação que acelera — e que, para quem tem renda mais alta, pesa ainda mais do que o índice oficial sugere. O que muda na carteira.

O Federal Reserve tem mandato duplo, e o emprego forte adia o corte de juros. Ainda assim, o S&P 500 renovou máximas. Por que — e o que isso ensina sobre conviver com a volatilidade.

Um estudo do BTG mostra que a volatilidade do Real está em calmaria — e que a moeda reage com mais força nas quedas do que nas altas. O que isso significa para a exposição cambial.

A previdência privada, em especial o PGBL, emerge como um pilar estratégico para a otimização tributária. Compreender seus benefícios fiscais é crucial para a construção e proteção patrimonial de longo prazo, especialmente no fechamento do ano fiscal.

A Lei 15.270/2025 instituiu o imposto de renda mínimo para pessoas físicas de alta renda, exigindo uma revisão atenta das estratégias de investimento. Analiso como essa nova legislação impacta a rentabilidade líquida e as possibilidades de dedução, destacando a importância de um planejamento tributário estratégico.

O ciclo inflacionário em curso obrigou bancos centrais a reescreverem suas projeções de corte. Acompanho aqui o que mudou nos EUA, na Europa e o que isso revela ao investidor brasileiro.

Renda fixa pagando prêmio acima da média, fundos imobiliários ainda descontados, ações brasileiras com fluxo estrangeiro forte. Três janelas que conversam entre si — e uma pergunta de fundo: o que cabe no objetivo de cada cliente?

O Banco Central revisou o ritmo de corte da Selic. O spread do crédito privado começou a abrir. Os dois movimentos juntos contam uma história que vale acompanhar com atenção.
Por que tratar PGBL e VGBL como veículos de planejamento muda completamente a decisão de aporte e a sucessão.